O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu lazer, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Ele dificilmente sabe distinguir um corpo do outro. Ele simplesmente persegue sua visão de excelência em tudo que faz, deixando para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Ele acha que está sempre fazendo as duas coisas simultaneamente.
Texto budista
A nossa vida não é só essa contagem de dias, anos...essa experiência que nunca chega, essa maturidade disfarçada, as vezes, em sonhos que nunca se realizam...ela vai mais além da nossa própria compreensão...não cabe em espaços predefinidos...as vezes é doce, as vezes acre, uma mistura infindável e ininterrupta daquilo que sempre buscamos e do que somos...o que a faz ter sentido, dar sentido, é essa enorme vontade de não entender nada, de apenas ser, existir...e sentir que isso nos basta
Iris Miranda
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